domingo, 28 de agosto de 2016

Esclarecimento

Boa noite para quem me acompanha.
Sei que não tenho postado nada aqui no blog mas é por uma boa razão.
O blog já tem mais visibilidade, pois já tem uma página de gostos no Facebook.
https://www.facebook.com/paulomartins1blogspot/?fref=ts
Espero que gostem.
Fiquem comigo.

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Leucemia Linfoide Aguda

Boa noite para quem me acompanha.
Hoje venho falar de um tema que é Leucemia Linfoide Aguda.
Linfoblastos no sangue periférico de um paciente com leucemia linfoide aguda
Leucemia linfoide aguda (ou LLA), também conhecida como leucemia linfoblástica aguda, é um câncer das células brancas (leucócitos) do sangue caracterizada pela produção maligna de linfócitos imaturos (linfoblastos) na medula óssea.
A LLA pode atingir tanto adultos como crianças. É o câncer infantil mais frequente, apresentando um pico de incidência entre os 2 e 5 anos de idade. A incidência volta a aumentar após os 60 anos.
Trata-se de uma doença rapidamente progressiva, que necessita de urgência no tratamento.

Etiologia

As causas precisas do desenvolvimento desta patologia são desconhecidas. Apenas uma pequena porcentagem dos casos (<5%) está associada com a presença de alguma síndrome genética (Síndrome de Down, Síndrome de Bloom, ataxia-teleangectasia, Síndrome de Nijmegen), com exposição à radiação ionizante ou drogas quimioterápicas.


Sintomas

Sintomas iniciais não são específicos. Os sinais e sintomas da LLA são resultantes de uma produção anormal das células sanguíneas (leucócitos). Tais células tornam-se muito numerosas, porém imaturas e malignas. Os sinais são variados. Podem aparecer os seguintes sintomas:

  • Fadiga e fraqueza generalizada decorrentes de anemia
  • Febre e/ou outros sintomas de infecções
  • Perda de peso e/ou perda de apetite
  • Sangramentos
  • Dores ósseas e nas juntas
  • Aumento dos linfonodos (linfonodomegalias)
  • Aumento do baço e/ou fígado (esplenomegalia e/ou hepatomegalia)


Diagnóstico

  • Exame físico
  • Exames laboratoriais:
  1. Hemograma: a maioria dos pacientes com LLA apresentam linfoblastos no sangue periférico. A anemia e a trombocitopenia podem ser de graus variados. Hiperleucocitose é vista em 10-16% dos casos (leucócitos >100.000/microlitro). Linfoblastos são vistos em 90% dos casos.
  2. Punção da Medula óssea (Mielograma) : Via de regra é realizada análise da medula óssea, mesmo na presença de linfoblastos no sangue periférico.
  3. Imunofenotipagem: para diferenciar se o linfoblasto tem origem células B ou célula T.
  4. Cariótipo: para detecção de alterações cromossômicas.


Classificação

  • Estabelecida na década de 1970, a classificação FAB (French American British) baseia-se exclusivamente na análise morfológica e citoquímica das células malignas. Compreende os subtipos:
  1.  L1: presença predominante de linfoblastos pequenos com núcleo regular e cromatina homogênea. Representa de 25-30% dos casos.
  2.  L2: presença predominante de linfoblastos de tamanho médio à grande com núcleo irregular e cromatina heterogênea. Representa aproximadamente 70% dos casos, sendo a mais comum dos três tipos.
  3.  L3: presença de linfoblastos de tamanho médio a grande com característico citoplasma hiperbasofílico e presença de múltiplos vacúolos. Representa aproximadamente 1-3% dos casos.
  • A classificação EGIL (European Group for the Immunological Characterization of Leukemias) baseia-se nos imunofenótipos celulares e permite a diferenciação em subtipos imunológicos. Através desta é possível classificar a linhagem celular (B ou T) e caracterizar o estágio maturativo da mesma.
  • A classificação OMS (Organização Mundial de Saúde), baseando-se em dados de imunofenótipo, cariótipo e biologia molecular, permite a classificação de acordo com a linhagem B ou T.A OMS classifica a LLA como leucemia de células B precursoras, leucemia de células T precursoras ou neoplasia de células B maduras, subtipo Linfoma/Leucemia de Burkitt.


Tratamento

É realizado com poliquimioterapia (múltiplas drogas quimioterápicas) e radioterapia, com objetivo de eliminar as células malignas.

O uso de drogas anticâncer são combinadas ao longo de anos de tratamento. Agentes utilizados para ALL incluem: [6]

  • Vincristina (Oncovin)
  • Esteroides (prednisona, dexametasona)
  • L-asparaginace (Elspar) ou PEG-L-asapraginase (Oncaspar)
  • Teniposido (Vumon)
  • Citarabina (Cytosar)
  • Daunorrubicina (Cerubidine) ou doxorrubicina (adriamicina)
  • Etoposide (VP-16)
  • 6-mercaptopurina (6-MP, Purinethol)
  • Metotrexato
  • Ciclofosfamida (Cytoxan)
À exceção dos pacientes que apresentam LLA de células B maduras, os quais são tratados com ciclos curtos e intensivos, o tratamento normalmente consiste de uma fase de indução da remissão, fase de consolidação (ou intensificação) e fase de manutenção.

Em alguns casos pode ser necessário o transplante de medula óssea.

Espero que gostem.
Fiquem comigo.

RD

Boa noite para quem me acompanha.
Hoje venho contar-vos que estive ontem pela primeira vez a fazer videochamada pelo Facebook com a RD.
Foi uma videochamada calma, com loucuras (pois somos dois loucos), ... voltámos a reviver os velhos tempos.
Sim eu e a RD estamos a tentar voltar ao que éramos depois de muita porcaria que ouve.
RD
Espero que gostem.
Fiquem comigo.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Leucemia

Boa noite para quem me acompanha.
Símbolo da Leucemia
Hoje venho mudar dos temas de crime e venho falar em doença que é a Leucemia.
Uma de cada 2.880 crianças menores de 10 anos desenvolve leucemia, geralmente do tipo linfoide (LLA), sendo mais frequente entre os 2 e 5 anos.

Leucemia é um grupo de cancros que surgem geralmente na medula óssea e causam um número elevado de glóbulos brancos. Estes glóbulos brancos não estão totalmente desenvolvidos e são denominados células leucémicas. Os sintomas incluem hemorragias e contusões, fadiga, febre e aumento do risco de infeções,e podem ocorrer devido à ausência de células sanguíneas normais. O diagnóstico é geralmente feito através de análises ao sangue ou biópsia da medula óssea.
Desconhece-se a causa exata da leucemia. Acredita-se que os diferentes tipos de leucemia têm diferentes causas e que estão envolvidos tanto fatores hereditários como ambientais. Entre os fatores de risco estão o tabagismo, radiação ionizante, alguns produtos químicos (como o benzeno), historial de quimioterapia, síndrome de Down e historial familiar de leucemia. Existem quatro tipos principais de leucemia: leucemia linfoblástica aguda (LLA), leucemia mieloide aguda (LMA), leucemia linfocítica crónica (LLC) e leucemia mieloide crónica (LMC), para além de vários tipos menos comuns. As leucemias e os linfomas pertencem a um grupo abrangente de tumores que afetam o sangue, a medula óssea e o sistema linfático.
O tratamento pode consistir numa combinação de quimioterapia, radioterapia, terapia dirigida e transplante de medula óssea, para além de terapia de apoio e cuidados paliativos conforme necessário. Alguns tipos de leucemia podem ser geridos com vigilância ativa. A eficácia do tratamento depende do tipo de leucemia e da idade da pessoa. Em países desenvolvidos, o diagnóstico tem melhorado. Nos Estados Unidos, a taxa de sobrevivência a cinco anos é, em média, 57%. Em crianças com menos de 15 anos, a taxa de sobrevivência a cinco anos é superior a 60-85%, dependendo do tipo de leucemia. Em pessoas com leucemia aguda que no prazo de cinco anos não voltem a ter cancro, é improvável que a doença reapareça.
Em 2012, a leucemia afetava em todo o mundo 352 000 pessoas e foi responsável por 265 000 mortes. É o tipo mais comum de cancro em crianças, nas quais três quartos dos casos são leucemia linfoblástica aguda. No entanto, 90% dos casos de leucemia são diagnosticados em adultos, sendo os tipos mais comuns a leucemia mieloide aguda e a leucemia linfocítica crónica.

Classificação

Clinicamente e patologicamente a leucemia é dividida em formas aguda e crônica.

A leucemia aguda é caracterizada pelo crescimento rápido de células imaturas do sangue. O tratamento deve ser imediato pela rápida progressão e acumulo de células malignas que invadem a circulação periférica e outros órgãos. Geralmente acomete em crianças, adultos e jovens.
A leucemia crônica é caracterizada pelo aumento de células maduras mas anormais. Sua progressão pode demorar de meses a anos. Geralmente acomete pessoas mais velhas.
Além disso, as doenças são classificadas entre linfoblásticas ou leucemias linfoides, que indicam que uma mudança cancerosa ocorreu em um tipo de célula da medula óssea que geralmente toma forma de linfócitos, ou mieloides ou leucemias mieloides, que indicam que uma mudança cancerosa ocorreu em um tipo de célula da medula óssea que normalmente toma forma de hemácias, alguns tipos de leucócitos e plaquetas. Leucemia linfocítica
(ou "linfoblástica") Leucemia linfocítica aguda (LLA) Leucemia linfocítica crônica (LLC)

Leucemia mieloide
(ou "não-linfocítica") Leucemia mieloide aguda (LMA) Leucemia mieloide crônica (LMC)

Dentro destas categorias principais, existem diversas subcategorias. Um dos tipos de leucemia classificado fora destas categorias inclui a leucemia de células pilosas.

Comparação dos tipos de leucemia
Tipo
Ocorrência
Taxa de sobrevivência em 5-anos
Tratamento
Leucemia linfocítica aguda
Tipo mais comum de leucemia em crianças jovens. Este tipo também afeta adultos, especialmente com mais de 65 anos.
85% em crianças e 50% em adulto
Medula óssea e de controlo da doença sistêmica, a prevenção da propagação da doença, por exemplo, ao Sistema Nervoso Central
Leucemia linfocítica crônica
Mais frequentemente afeta adultos acima de 55 anos. Às vezes ocorre em adultos jovens, mas quase nunca afeta crianças. ⅔ dos afetados são homens.
75%
Incurável
Leucemia mieloide aguda
Ocorre mais comumente em adultos do que em crianças, sendo mais comuns em homens do que em mulheres.
40% 
Medula óssea e de controlo da doença sistêmica, a prevenção da propagação da doença, por exemplo, ao Sistema Nervoso Central
Leucemia mieloide crônica
Ocorre principalmente em adultos. Um número muito pequeno de crianças também desenvolve esta doença.
90%
Imatinib
Leucemia de células pilosas
Cerca de 80% dos afetados são homens adultos. Não há caso relatados em crianças jovens.
96% a 100% em dez anos
Incurável, mas facilmente tratável

Sinais e sintomas

Sintomas comuns de leucemia

As manifestações clínicas da leucemia são secundárias à proliferação excessiva de células imaturas (blásticas) na medula óssea, que infiltram os tecidos do organismo, tais como: amígdalas, linfonodos (ínguas), pele, baço, rins, sistema nervoso central (SNC) e outros. A proliferação rápida das células leucêmicas faz com que estas vão ocupando cada vez mais a medula óssea, não deixando mais as células normais (hemácias, leucócitos e plaquetas) se reproduzirem normalmente e saírem da medula óssea, causando sintomas diferentes a cada tipo da doença, tais como:


  • Síndrome anêmica: aparecem pela redução da produção dos eritrócitos pela medula óssea.

Sonolência;

  1. Cansaço;
  2. Irritabilidade e fraqueza;
  3. Pouca fome, consequentemente, emagrecimento;
  4. Palpitações;
  5. Dores de cabeça;
  6. Tonturas;
  7. Desmaios;
  8. Queda de Cabelos;
  9. Palidez.



  • Síndrome trombocitopênica (hemorragias): aparecem pela redução de plaquetas que são de grande importância para a coagulação do sangue, pois evitam os sangramentos.


  1. Hematomas (manchas roxas) grandes que aparecem sem trauma algum;
  2. Hematomas (manchas roxas) que aparecem e reaparecem, sucessivamente, após pequeno trauma;
  3. Petéquias (pequenas pintinhas vermelhas de sangue que aparecem na pele);
  4. Petéquias dentro da boca;
  5. Epistaxe;
  6. Sangramento gengival;
  7. Menstruação excessiva;
  8. Algumas vezes, sangue nas fezes;



  • Síndrome leucopênica (mais neutropênica):aparecem pela diminuição de leucócitos normais, principalmente os neutrófilos, que atuam na defesa do organismo contra infecções.


  1. Infecções frequentes;
  2. Língua dolorida, machucada;
  3. Aftas, machucados frequentes que aparecem e reaparecem dentro da boca ou no lábio;
  4. Febre;
  5. Algumas vezes, suor excessivo durante a noite e gânglios linfáticos saltados;
  6. Esplenomegalia e/ou Hepatomegalia (alargamento do baço e/ou fígado).

Ocasionalmente, também pode ocorrer:


  • Infiltração das células leucemias nos órgãos, tecidos e ossos causando:


  1. Dor nos ossos;
  2. Dor no esterno;
  3. Dor nas articulações;
  4. Problemas nos órgãos.


Esses sintomas geralmente aparecem em "tríade", ou seja, pelo menos, um sintoma de cada síndrome (anemia, plaquetopenia, leucopenia). Por exemplo, uma pessoa pode apresentar sonolência, manchas roxas e febre. Porém, existem casos raros em que a pessoa apresenta apenas uma anemia normocítica de difícil tratamento.

Causas

Não existe uma causa única para todos os tipos de leucemia. Cada tipo de leucemia possui sua própria causa. Suspeita-se de ser causada por fatores diversos, dentro deles: herança genética, desencadeamento após contaminação por certos tipos de vírus, radiação, poluição, tratamento quimioterápico entre outros.

Diagnóstico

Alargamento do baço e fígado em paciente com leucemia.
  • Hemograma: ao fazer um exame de rotina, pode-se notar um hemograma anormal sugestivo de leucemia com presença de células imaturas ou uma proliferação excessiva de células aparentemente maduras. O hemograma não serve para classificar a leucemia, mas geralmente é o primeiro exame a ser notado alguma alteração. Também se verifica se há presença de anemia e trombocitopenia.

  • Mielograma: É um exame de grande importância para o diagnóstico, através da análise da morfologia das células e com o uso de provas citoquímicas. O mielograma é usado também para a avaliação da resposta ao tratamento, indicando se, morfologicamente, essas células leucêmicas foram erradicadas da medula óssea (remissão completa medular). Esse exame é feito sob anestesia local e consiste na aspiração da medula óssea seguida da confecção de esfregaços em lâminas de vidro, para exame ao microscópio. Os locais preferidos para a aspiração são a parte posterior do osso ilíaco (bacia) e o esterno (parte superior do peito). Durante o tratamento são feitos vários mielogramas.
  • Punção lombar: A espinal medula é parte do sistema nervoso, que tem a forma de cordão, e por isso é chamada de cordão espinhal. A medula é forrada pelas meninges (três membranas). Entre as meninges circula um líquido claro denominado líquor. A punção lombar consiste na aspiração do liquor para exame citológico e também para injeção de quimioterapia com a finalidade de impedir o aparecimento (profilaxia) de células leucêmicas no SNC ou para destruí-las quando existir doença (meningite leucêmica) nesse local. É feita na maioria das vezes com anestesia local e poucas vezes com anestesia geral. Nesse último caso, é indicado em crianças que não cooperam com o exame.
  • Citometria de fluxo: Pesquisa alguns marcadores de superfície das células imaturas. No caso de uma leucemia linfóide aguda é possível saber se a proliferação é de linfócito T ou B.
Tratamento

Geralmente duas semanas de quimioterapia já são suficientes para eliminar todas as células doentes do sangue.

Como geralmente não se conhece a causa da leucemia, o tratamento tem o objetivo de destruir as células leucêmicas, para que a medula óssea volte a produzir células normais. O grande progresso para obter cura total da leucemia foi conseguido com a associação de medicamentos (poliquimoterapia), controle das complicações infecciosas e hemorrágicas e prevenção ou combate da doença no sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal). Para alguns casos, é indicado o transplante de medula óssea.

O tratamento é feito em várias fases.
  • A primeira tem a finalidade de atingir a remissão completa, ou seja, um estado de aparente normalidade que se obtém após a poliquimioterapia. Os quimioterápicos mais utilizados são a citarabina (100–200 mg/m² por 7 dias) e a daunorrubicina (30–60 mg/m² por 3 dias). Este esquema é conhecido como 7+3. Esse resultado é conseguido entre um e dois meses após o início do tratamento (fase de indução de remissão), quando os exames não mais evidenciam células leucêmicas. Isso ocorre quando os exames de sangue e da medula óssea (remissão morfológica) e o exame físico (remissão clínica) não demonstram mais anormalidades.
Entretanto, as pesquisas comprovam que ainda restam no organismo muitas células leucêmicas (doença residual), o que obriga a continuação do tratamento para não haver recaída da doença. Nas etapas seguintes, o tratamento varia de acordo com o tipo de leucemia (linfoide ou mieloide), podendo durar mais de dois anos nas linfóides e menos de um ano nas mieloides.
São três fases:

  • consolidação (tratamento intensivo com substâncias não empregadas anteriormente);
  • reindução (repetição dos medicamentos usados na fase de indução da remissão) e
  • manutenção (o tratamento é mais brando e contínuo por vários meses).
Por ser uma poliquimioterapia agressiva, pode ser necessária o internamento do paciente nos casos de infecção decorrente da queda dos glóbulos brancos normais pelo próprio tratamento.

Procedimentos médicos

Hoje já é possível a coleta de células-tronco hematopéticas do sangue ou da medula. Infelizmente cerca de 60% dos pacientes não encontram doador na família e precisam buscar um doador compatível voluntário cadastrado no registro brasileiro de doadores de medula óssea (REDOME).

  • Cateter Venoso Central: Como o tratamento da leucemia aguda pode alcançar até três anos de duração e requer repetidas transfusões e internações, recomenda-se a implantação de um cateter de longa permanência em uma veia profunda, para facilitar a aplicação de medicamentos e derivados sanguíneos além das frequentes coletas de sangue para exames, evitando com isso punções venosas repetidas e dolorosas.
  • Transfusões: Durante o tratamento, principalmente na fase inicial, os pacientes recebem, quase diariamente, transfusões de hemácias e de plaquetas, enquanto a medula óssea não recuperar a hematopoese (produção e maturação das células do sangue) normal.
Epidemiologia

Em 2008 foram estimados cerca de 351 mil casos novos e 257 mil óbitos por leucemia no mundo. No Brasil são estimados 5 novos casos a cada 100 mil homens e 4 a cada 100 mil mulheres. Por causa da diferença no acesso ao tratamento sobrevida após 5 anos é de 43% na Europa Ocidental, mas apenas 24% na América do Sul. Em crianças com acesso a hospitais modernos a sobrevida relativa em 5 anos alcança 80%.
Em 2012, no Brasil, o INCA estima que houve cerca de 4.500 homens e 4.000 mulheres afetados. Em 2010 a leucemia causou cerca de 6000 vítimas. Ainda segundo o INCA, em 2008 ocorreram no mundo cerca de 351 mil casos novos e 257 mil óbitos por leucemia.

História

Rudolf Virchow
A leucemia foi observada pela primeira vez pelo patologista Rudolf Virchow em 1845. Observando um número anormalmente elevado de glóbulos brancos em uma amostra de sangue de um paciente, chamado a condição Leukämie em alemão Patlak. «Targeting Leukemia: From Bench to Bedside». Breakthroughs in Bioscience. Consultado em 20 May 2010.

Espero que gostem.
Fiquem comigo.




Próximo Tema

Boa noite para quem acompanha.
Hoje venho deixar a foto do símbolo do próximo tema. Vai sair daqui a umas horas
Espero que gostem.
fiquem comigo.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Baixinha

Boa noite para quem me acompanha.
Hoje venho falar de uma coisa que a Baixinha me disse a 17-08-2016 às 1:16.
Eu e a Baixinha tivemos a falar como falamos diariamente e calhou em conversa um tema que já tinha falado aqui no blog que era de ir para Espanha.
A Baixinha respondeu "Oh mas n te abandono". Eu sou sincero tinha uma ideia da Baixinha completamente diferente do que ela é.na realidade, e o que é mais espantoso é que criámos uma amizade que acho que me atrevo a dizer que podemos dizer tudo mas completamente tudo um ao outro que não sai nada da boca quer de um quer de outro e que não no chateamos.
Estive muito preocupado com ela que foram dois ou três dias que ela não queria falar, pois nem sei ao certo, pois pareciam que os dias nunca mais acabavam. Ela várias vezes é a minha companhia. Sim fiquei com os olhos razos de água várias vezes.
Baixinha nunca te quero perder, Te adoro. Conta sempre comigo.
Baixinha
Espero que gostem.
Fiquem comigo.

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Estado Maior General Das Forças Armadas

Boa noite para quem me acompanha.
Ante demais queria pedir desculpa por este post não ter saído ontem, mas estive coisas para fazer no Windows Movie Maker e foi completamente impossível.
Como podem ver hoje é um tema sobre Estado Maior General Das Forças Armadas. Mais uma vez um tema que será tratado pelo ficheiro facilitado pela Polícia de Segurança Pública (PSP).
No âmbito de visitas de Altas Entidades militares e civis, visitas de navios nos portos nacionais e de eventos (reuniões, conferências e cerimónias) organizados pelas Forças Armadas, foram asseguradas e desenvolvidas diversas medidas de proteção e segurança pelas Forças e Serviços de Segurança. 
Das 115 visitas e eventos registados, importa realçar as seguintes:

  • Ciclo de Coferências "Nova Ásia" no IDN;
  • II Curso de Cibersegurança no IDN;
  • Iniciativas 5+5 da DGPDN;
  • Reunião de DGPDN da NATO;
  • Colóquios C4 do IDN;
  • XVI Curso do Estado-Maior de Espanha;
  • Conferência exercício 5+5 "Seaborder";
  • Exercício Trident Juncture 2015;
  • BI-SC Conference do JALLC;
  • 127º Curso Sénior do NDC;
  • NATO SEASPARROW PROJECT Steering Committee;
  • NATO Lessons Learned Conference do JALLC;
  • FINABEL Coordination Meeting;
  • Conferência Planeamento Exercício BALTOPS 2016;
  • Inspeções no âmbito do Tratado CFE e OPEN SKIES;
  • Relações bilaterais/multilaterais no âmbito do MDN;
  • Apoio à STRIKEFORNATO.
No âmbito da partilha de Informações, o EMGFA manteve ligações com a GNR, PSP, SEF, SIED e SIS no quadro das atividades necessárias à avaliação das ameaças à segurança militar.
Realizaram-se, com carácter mensal, as reuniões de coordenação de segurança militar, nas quais tomaram parte: Divisão de Planeamento do Estado-Maior da Armada, Divisão de Segurança e Cooperação Militar do Estado-Maior do Exército , Comando Aéreo da Força Aérea, Comando Operacional dos Açores, Comando Operacional da Madeira, PJM, STRIKEFORNATO, SIS, SIED, PSP e GNR.
No âmbito do ensino e formação, militares dos Quadros Permanentes da GNR, frequentaram cursos no Instituto de Estudos Superiores Militares (IESM), necessários ao desempenho das funções de Comando, Direção e Estado-Maior, designadamente o Curso de Promoção a Oficial Superior, o Curso de Estado Maior.

Instituto de Estudos Superiores Militares, dos Oficiais destinados à frequência do Curso de Promoção a Oficial Superior do Exército
Espero que gostem.
Fiquem comigo.

sábado, 20 de agosto de 2016

Próximo Tema

Boa noite para quem me acompanha.
Amanhã será realizado mais um post de uns dos temas do ficheiro fornecido pela PSP.

Espero que gostem.
Fiquem comigo.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Criminalidade Mais Participada

Boa noite para quem me acompanha.
Mais um tema escrito pelo ficheiro que a PSP me forneceu.

A análise recai sobre crimes com peso relativo, igual ou superior a 2%.
Neste contexto, a tabela infra apresenta os 17 crimes que, no seu conjunto, representam 68% do total da criminalidade participada.
À semelhança dos ano anteriores, o crime de furto, nas suas diversas formas, continua a ser o crime mais participado.
De entre os crimes que integram a referida tabela, observa-se um acréscimo relativamente ao ano anterior, destacando-se: "Incêndio/fogo posto em floresta, mata, arvoredo ou seara" (+106,2%), "Burla informática e nas comunicações" (+73,7%), "Outras burlas" (+15,2%) e "Condução de veículo com taxa de álcool gual ou superior a 1,2 gl" (+10,2%) a que corresponde o aumento total de 11.614 participações.
De entre os crimes que apresentam uma descida, destaca-se: "Furto em residência com arrombamento, escalamento ou chave falsa" (-16,2%), "Outros furtos" (-13,8%), "Furto em edifício comercial ou industrial com arrombamento, escalamento ou chave falsa" (-13,3%), "Furto de veículo motorizado" (-12,4%) e "Furto em veículo motorizado" (-9,1%).

Denominação
Ano 2014
Ano 2015
Valor %
Diferencial
Furto em veículo motorizado
27.894
25.360
-9,1%
-2.534
Ofensa à integridade física voluntária simples
24.327
23.720
-2,5%
-607
Condução de veículo com taxa de álcool igual ou superior a 1,2 gl
20.752
22.873
10,2%
2.121
Violência doméstica contra cônjuge ou análogos
22.965
22.469
-2,2%
-496
Outro dano
17.871
17.808
-0,4%
-63
Furto em residência com arrombamento, escalamento ou chaves falsas
19.312
16.186
-16,2%
-3.126
Ameaça e coacção
14.597
14.690
0,6%
93
Furto por carteirista
13.991
14.443
3,2%
452
Furto de veículo motorizado
13.723
12.017
-12,4%
-1.706
Furto oportunidade de objeto não guardado
10.464
11.105
6,1%
641
Condução sem habilitação legal
9.767
10.402
6,5%
635
Incêndio/fogo posto em floresta, mata, arvoredo ou seara
4.843
9.988
106,2%
5.145
Outros furtos
11.375
9.800
-13,8%
-1.575
furto em edifício comercial ou industrial com arrombamento, escalamento ou chaves falsas
10.626
9.208
-13,3%
-1.418
Burla informática e nas comunicações
4.508
7.830
73,7%
3.322
Outras burlas
6.740
7.766
15,2%
1.026
Roubo na via pública excepto por esticão
7.0977.037-0,8%-60

Espero que gostem.
Fiquem comigo.

Agradecimento

Boa noite para quem me acompanha.
Hoje queria agradecer a todos os meus caros leitores e a todas as minhas caras leitoras por temos chegado aos 5028 visualizações.
Sem vocês nada disto era feito.
Um enorme obrigado do fundo do coração.
Espero que gostem.
Fiquem comigo.

Parabéns Zukinha Unzueta

Bom dia para quem me acompanha.
Mais uma vez venho desejar nesta plataforma mais uma data importante, mas desta vez é pela a Zukinha Unzueta.
A Zukinha Unzueta não era da minha turma. Conhecia através da minha irmã, pois era da turma dela.
Eu e a Zukinha começámos a falar mais desde do dia 16/07/2016, pois nos encontrámos nas Festas da Cidade de Odivelas. A Zukinha Unzueta estava acompanhada com a Zukinha Cambuta e com a Zukinha Ays.
Como disse à Zukinha não foi por o beijo marcado com o baton que me fez querer conhecê-la, mas sim porque ela parece ser e por aquilo que ouço uma pessoa cinco estrelas,  simpática, ... eu digo também que é uma miúda linda, que tem tido uma paciência de santa comigo,...
Zukinha Unzueta um dia muito feliz junto de quem mais amas e que venham muitos mais.
Zukinha não escrevo o teu nome para tua segurança que eu zelo sempre, para não acontecer coisas que não devem, como já te tinha dito no Facebook.
Zukinha não quero perder a tua amizade. Acho que posso dizer que temos uma amizade apesar de ser muito recente.
Zukinha queria desejar-te de uma forma diferente sem ser na plataforma do Facebook. Espero que não leves a mal por te ter dado os parabéns também por aqui.
Espero que gostem.
Fiquem comigo.